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Sobre Nós

A clínica Dr. Edivaldo Junior busca oferecer mais qualidade de vida, longevidade e bem-estar aos seus pacientes por meio de um tratamento multidisciplinar envolvendo as áreas da endocrinologia, nutrologia e nutrição.

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Endocrinologia

A endocrinologia é a área que se dedica ao estudo do sistema endócrino do indivíduo. Este sistema envolve o conjunto de glândulas responsáveis pela produção e secreção de hormônios fundamentais para as atividades humanas.

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Nutrologia

A nutrologia é a especialidade médica que estuda o impacto dos nutrientes no organismo. Identifica as necessidades orgânicas, deficiências ou excessos. Seu objetivo é reduzir o risco de doenças e promover mais longevidade e qualidade de vida ao paciente.

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Existe relação entre o estresse e o ganho de peso?

28 de julho de 2022
O ganho de peso impacta a saúde, o organismo e, sobretudo, a autoestima de quem sofre com esta condição. É comum pensar que os quilos extras têm relação apenas com uma dieta rica em gorduras e carboidratos e uma vida sedentária. No entanto, existem outros fatores que influenciam diretamente o ganho de peso. O que pode interferir no ganho de peso? Quem utiliza medicamentos que influenciam o apetite e o metabolismo, tem problemas na tireoide, recebe altas doses de cortisol no organismo ou sofre com o estresse, pode ganhar peso mais facilmente. Este estado negativo promove o aumento na ingestão de alimentos ricos em carboidratos e de bebidas alcóolicas. O que significa fome emocional? Durante os períodos de estresse é bastante comum as pessoas utilizarem a alimentação para compensar os problemas, o mau-humor e a tristeza. É o que chamamos de alimentação emocional. A escolha mais comum para aplacar o desejo por comida são os alimentos ricos em carboidratos, pois eles liberam substâncias que ativam as áreas do sistema de recompensa e prazer no nosso cérebro. Sono x ganho de peso A falta de sono é outra consequência do estresse que pode influenciar no ganho de peso. Enquanto dormimos, o corpo regula a produção de cortisol, hormônio responsável pela administração da gordura abdominal e da grelina, hormônio que provoca a sensação de fome. Além disso, uma noite mal dormida faz com que a ingestão de alimentos seja maior para repor a energia e a disposição que estão faltando. O que fazer para se prevenir? Para evitar o ganho de peso causado pelo estresse é essencial reconhecer a fonte do problema e buscar resolvê-lo. Além disso, é importante ter disciplina para cultivar hábitos que ajudarão a controlar o estresse, como estipular um momento do dia para descontrair, seja através de uma prática física, um hobby, meditação ou caminhada ouvindo suas músicas favoritas. É importante compreender que o ganho de peso nunca é saudável para o corpo, mas pode ser revertido. Por isso, busque ajuda médica para cuidar da sua saúde física e do seu bem estar mental. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Associação Brasileira para Estudo da Obesidade (ABESO) e da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233. Se preferir, clique no link para fazer o agendamento.

Endocrinologista: quando procurar este especialista?

7 de julho de 2022
O médico endocrinologista é um especialista que avalia e trata problemas do sistema endócrino, responsável pelo controle das funções hormonais. A tireoide, a hipófise, os testículos e os ovários estão entre as principais glândulas que formam este sistema. Quando o funcionamento do sistema endócrino está comprometido, há uma alteração de diferentes funções do organismo. Como este especialista avalia uma série de situações de desequilíbrio do corpo, é muito importante consultar um endocrinologista em algumas situações pontuais. A primeira delas é quando surgem sintomas relacionados a problemas hormonais. Eles são bastante variados e podem ser visivelmente percebidos como manchas na pele, queda de cabelo, excesso de pelos, ganho ou perda abrupta de peso. Ou então, sintomas ligados a sensações no corpo como fadiga crônica, boca seca ou sensação de calor intenso. Visão turva, ciclo menstrual irregular e desordens intestinais também são sintomas comuns. É importante ficar atento e procurar atendimento no caso do aparecimento de dois ou mais destes sintomas. Outra área de atuação do médico endocrinologista são as condições crônicas que exigem tratamento contínuo para controlar seus efeitos. Diabetes, Obesidade, Pressão Alta, Hipotireoidismo e Hipertireoidismo são condições que precisam de acompanhamento adequado para não se agravarem. Muitos problemas de saúde têm menos chance de se complicarem e se tornarem graves quando tratados logo no início da doença. Portanto, consultas regulares com o endocrinologista são de extrema importância. Realizar um check up anual, ter bons hábitos alimentares, sono adequado e praticar atividade física regularmente são fundamentais para manter sua saúde e garantir sua qualidade de vida. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Associação Brasileira para Estudo da Obesidade (ABESO) e da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou acesse aqui!

Disfunção da tireoide

22 de junho de 2022
A tireoide é uma glândula pequena, localizada no pescoço e que tem formato similar a uma borboleta. Funções da tireoide Ela é responsável por produzir e regular hormônios que são fundamentais para controlar o metabolismo. Ajuda a regular o humor, o trânsito intestinal, o peso e até os batimentos cardíacos. Os dois principais desequilíbrios desta glândula são: Hipertireoidismo: é quando ocorre o excesso de produção de hormônios; Hipotireoidismo: é a redução desta produção. Como a tireoide regula muitas funções do organismo, os sintomas são bastante variados. Principais sintomas do desequilíbrio Fadiga Cansaço extremo, falta de ânimo, falta de energia e sonolência são alguns dos indicadores de que houve uma queda no metabolismo e nas funções do organismo. Concentração e memória O distúrbio pode causar um dos extremos: esquecimento, dificuldade de concentração e de raciocínio ou hiperatividade mental, déficit de atenção e pensamentos acelerados. Mudanças de humor Também é possível observar extremos na mudança de humor em quem está com a tireoide em desequilíbrio. Os sintomas vão de depressão, falta de energia e desânimo a irritabilidade, nervosismo e agitação. Sensação térmica A tireoide controla a taxa metabólica e regula a produção de calor no corpo. Por isso, o paciente pode sentir muito calor e suor em caso de hipertireoidismo e frio em caso de hipotireoidismo. Alteração de peso O excesso de produção hormonal acelera o metabolismo, contribuindo para a perda de peso. Já no caso do metabolismo mais lento, o gasto de energia fica menor, assim como a eliminação de líquidos. Este fator ajuda no ganho de peso. Palpitações O excesso de hormônios aumenta a sensibilidade do coração, causando aumento repentino da frequência cardíaca, mesmo em repouso. Arritmias também são sintomas comuns do hipertireoidismo. Mudança no funcionamento do intestino Mais um sintoma extremo no caso de produção hormonal abundante (aumento da frequência das evacuações, diarreia) ou na diminuição hormonal (prisão de ventre, poucas evacuações). Alteração no ciclo menstrual Como a tireoide produz hormônios, a regulação do ciclo menstrual funciona de acordo com o equilíbrio da glândula. Ciclos irregulares, fluxo aumentado ou reduzido e até mesmo a parada temporária do ciclo podem ser sintomas de disfunção. Como tratar as alterações da tireoide? O desequilíbrio da tireoide pode causar uma gama muito grande de sintomas e de sinais. Por isso, o endocrinologista é o médico mais adequado para avaliar se as queixas do paciente estão ligadas a este distúrbio. Para saber se sua tireoide está funcionando de forma adequada, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou clique aqui!  

Nutrição na 3ª Idade

31 de maio de 2022
O número de pessoas com idade superior a 65 anos tem aumentado nos últimos anos.  A alta expectativa de vida é um dos principais fatores, além das mudanças de estilo de vida e de comportamento, bastante diferente das gerações anteriores. Contudo, há uma má interpretação dos sinais de envelhecimento em relação à desnutrição no idoso. As alterações no estado nutricional da 3ª idade contribuem de forma significativa para o aumento da incapacidade física, mobilidade, surgimento de doenças e mortalidade. As causas da  desnutrição na 3ª Idade A desnutrição nos idosos se dá pelo pouco acesso a alimentos adequados para a sua faixa etária ou por uma má educação alimentar. Muitos idosos não tomam líquidos na quantidade diária recomendada, ficando em média com menos de 1 litro de água por dia. Isto é aproximadamente metade das recomendações nutricionais para a idade. Além disso, existe um alto número de idosos que consome sal em excesso, ingere poucas hortaliças, verduras, legumes e frutas. Sete em cada dez idosos apresentam deficiência em vitamina D. Como solucionar essa questão? A intervenção nutricional personalizada para quem tem mais de 65 anos pode contribuir para melhorar e prevenir inúmeras doenças. Vale lembrar que as necessidades energéticas do idoso poderão ser inferiores às de um adulto mais jovem devido ao decréscimo de atividade física e alterações na composição corporal. Já as necessidades proteicas no idoso saudável são superiores às de um adulto saudável. Para a melhoria do estado nutricional dos idosos é essencial um aconselhamento adequado, que leve em consideração todas as alterações na composição corporal ou função fisiológica, como a diminuição da massa muscular, da massa óssea e a possível diminuição dos mecanismos de mastigação ou deglutição. Assim, um acompanhamento nutricional adequado é essencial para melhorar o estado de má nutrição nos idosos, contribuir para a redução do impacto das doenças crônicas e, consequentemente, promover um envelhecimento mais saudável e de qualidade. Para mais informações, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.    

Como a obesidade pode causar câncer

24 de maio de 2022
Pesquisas mostram que o excesso de gordura corporal aumenta o risco de vários tipos da doença, incluindo câncer colorretal, de esôfago, dos rins, pâncreas, das mamas e de útero. Como a obesidade aumenta o risco de câncer? Especialistas acreditam que, em grande parte, é devido à inflamação causada pela gordura visceral – a gordura que envolve os órgãos vitais. O problema com a gordura visceral excessiva é que ela afeta certos processos no corpo. Por exemplo, a maneira como hormônios como a insulina e o estrogênio são gerenciados pelo organismo. No paciente obeso, a gordura visceral aparece em grande volume. Com o excesso de gordura não há espaço para o oxigênio, causando processos inflamatórios, que são a resposta natural do corpo a lesões e doenças. A inflamação a longo prazo causada pelo excesso de gordura visceral pode danificar o corpo e aumentar o risco de câncer. Por que o câncer pode surgir? O câncer acontece quando as células se reproduzem sem padrão ou controle, danificando as células ao seu redor e causando doenças. Quanto mais células se dividem e se reproduzem, maior o risco de que um tumor se forme. A inflamação causada pela obesidade pode impedir o corpo de responder adequadamente à insulina, produzindo ainda mais insulina para compensar esta falha. Este processo desencadeia um aumento no número de células produzidas, o que pode levar à doença. Além disso, o aumento da insulina também afeta o controle de hormônios como o estrogênio, contribuindo para o aumento do risco de tumores. O excesso de estrogênio está associado a um risco aumentado de câncer de mama, do endométrio e de ovário na pós-menopausa. Como podemos nos prevenir? Uma das coisas mais importantes para diminuir o risco de câncer é manter um peso saudável. Em casos de obesidade, é importante adotar medidas para a redução do peso. Aposte em uma dieta saudável composta por vegetais, frutas, grãos integrais, leguminosas e proteína animal na quantidade certa. Reduza e controle a ingestão de bebidas alcóolicas. Fique atento aos períodos de descanso e de lazer. O cansaço pode induzir à alimentação em excesso e com escolhas pouco saudáveis. Invista em atividades físicas com frequência. Ser obeso ou com sobrepeso prejudica a capacidade do seu corpo de funcionar de maneira adequada. Manter um peso saudável é essencial para reduzir o risco de câncer. Emagreça com uma dieta personalizada e com foco na saúde agendando sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Agende seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou clicando neste link.

O que causa dificuldade para emagrecer?

28 de abril de 2022
Benefícios de emagrecer Para quem está acima do peso, emagrecer é, inicialmente, um desejo de melhorar a aparência. Porém, além da questão estética, já se sabe que o emagrecimento promove benefícios à saúde, melhora a qualidade de vida e contribui para o bem-estar e a longevidade. A dificuldade acontece quando a pessoa controla a alimentação, pratica atividade física e, ainda assim, não consegue perder peso. O que pode estar errado? Um dos erros que acontecem com mais frequência é o uso de dietas extremamente restritivas. Elas costumam desregular o metabolismo, deixando-o mais lento, o que contribui com o efeito sanfona à médio prazo. Outro fator é não adaptar a dieta ao perfil metabólico individual, ou seja, seguir um modelo de dieta igual ao de outras pessoas pode comprometer os resultados, pois a dieta ideal varia de pessoa para pessoa. Dormir poucas horas também pode causar impacto no processo de emagrecimento. Dormir bem é fundamental para a manutenção da saúde física, mental e também do peso corporal. Segundo pesquisas, a insônia está intimamente atrelada aos casos de obesidade. Além de noites mal dormidas, viver constantemente sob pressão e estresse pode causar uma compulsão alimentar. Este distúrbio faz com que a ingestão de alimentos seja maior do que o organismo necessita, gerando excesso de peso e obesidade. Uma aliada fundamental Quem não tem o hábito de beber água suficiente também percebe uma certa dificuldade na hora de emagrecer. A água é fundamental para que o corpo funcione perfeitamente, processando as calorias obtidas pela alimentação. Além disso, a água contribui para a sensação de saciedade, ajudando no desejo de comer sem necessidade. Já quem consome bebidas alcoólicas com frequência tem dificuldades no emagrecimento. As bebidas são cheias de calorias, fracas em nutrientes e contribuem para o acúmulo de gordura. Isso nos mostra que a dificuldade de emagrecer pode ter várias causas. Quem pode ajudar neste processo? Para descobrir as razões da falta de êxito no processo de emagrecimento, busque ajuda de um médico nutrólogo. Este profissional vai te auxiliar nos cuidados com a sua saúde de maneira personalizada, solicitando os exames necessários e orientando sobre hábitos saudáveis como alimentação adequada e atividade física regular. O Dr. Edivaldo Junior é um profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Para agendar sua consulta, entre em contato pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Comprometimento é fundamental para emagrecer!

4 de abril de 2022
Hoje em dia, na internet, não faltam sugestões e anúncios de produtos que prometem o emagrecimento fácil. No entanto, sabemos que eles não funcionam de fato e podem levar ao efeito sanfona ou até mesmo ao surgimento de transtornos alimentares. Mudanças necessárias Quando realmente decidimos perder peso de forma adequada, precisamos mudar comportamentos e isso implica em comprometimento com o desejo de mudança e consigo mesmo. Afinal de contas, o processo de emagrecimento é bastante complexo e exige tanto uma reeducação alimentar quanto uma reeducação emocional. A equipe de apoio Para traçar um objetivo acessível e sustentável, é importante contar com o trabalho de profissionais qualificados, como médicos na área da Endocrinologia e da Nutrologia, educadores físicos e psicólogos. E para seguir as orientações de mudança na alimentação e nos padrões emocionais, é necessário ter organização e disciplina. Fatores decisivos Alguns fatores influenciam o desejo de perder peso e eles podem ser até inconscientes. O receio da cobrança familiar, do medo de não atingir a meta de um novo peso, de mudança de identidade através da nova imagem corporal e até de mudanças de vida são aspectos emocionais que também precisam de cuidados. Comprometimento, disciplina e organização O comprometimento com a própria autoestima deve ser requisito fundamental para todo o processo. A disciplina ajuda a recriar uma nova relação entre a comida e as emoções e a organização é importante para dar suporte à novos hábitos. Desenvolver estas práticas é bem mais difícil quando feito sozinho e sem nenhuma assistência. Por isso, a orientação para uma dieta personalizada juntamente com o suporte e acompanhamento profissional são fatores essenciais para o sucesso do emagrecimento. Para emagrecer com acompanhamento profissional de qualidade, agende sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.
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Faço atividade física e não emagreço. Quais são as causas?

22 de março de 2022
O risco das dietas restritivas Muitas pessoas acham que para emagrecer basta comer pouco e contar as calorias dos alimentos para evitar o excesso. No entanto, emagrecer é um processo. E, como todo processo, ele é longo, trabalhoso e complexo. É importante lembrar que alimentar-se corretamente não significa restringir alimentos. Até porque privar-se de um grupo de alimentos pode causar o efeito contrário. Isso significa que, além de não emagrecer, você pode desequilibrar todo o seu organismo e entrar em um déficit nutricional. Como fazer para emagrecer? Quando o processo de emagrecimento é completo, o foco não está em comer menos, mas sim em comer o suficiente para o corpo obter energia para funcionar adequadamente, combinado com o gasto calórico que ocorre com a frequência de atividade física. Além disso, outros fatores para o “não emagrecimento” devem ser levados em consideração. Quais os índices para avaliar os resultados? Quem se apega apenas ao peso na balança está se esquecendo da composição do peso corporal. Uma pessoa pode iniciar uma dieta e ter 25% de gordura e 45% de tecidos musculares. Com exercícios e alimentação correta, estes percentuais podem mudar para 10% de gordura e 60 % de tecidos musculares. Nas duas situações, o peso é o mesmo, mas a condição de saúde é diferente, sendo melhor, na última delas. O efeito sanfona é outro fator que impacta fortemente no resultado do emagrecimento. Se a pessoa perde e ganha peso com frequência, ela terá um organismo com mais dificuldades para obter novos resultados. Sem dúvida o treino físico contribui para o emagrecimento, porém será melhor aproveitado se for feito em equilíbrio com o planejamento alimentar. O Plano de Emagrecimento A recomendação é adequar o tipo de alimento para que o paciente queime a energia da reserva de gordura e não de massa muscular. A dieta tem que ser planejada para oferecer nutrientes importantes para o exercício físico, sem esquecer o antes e o depois da atividade (pré-treino e pós-treino). O sucesso no processo de emagrecimento depende de um ajuste no estilo de vida da pessoa. É importante que haja a conscientização e o engajamento em adotar hábitos mais adequados, incluindo a escolha constante de alimentos saudáveis e a prática de atividade física regular. Para emagrecer com foco na sua saúde e no seu bem-estar, agende sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior.   Profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

As dietas restritivas e seus perigos

23 de fevereiro de 2022
Um dos vários saldos negativos deste período de pandemia foi o aumento do peso corporal em grande parte da população, consequência do sedentarismo e das limitações por conta do isolamento social. Mesmo com os pontos positivos como a vacinação, a retomada de atividades e dos contatos familiares, os quilos extras ainda permanecem como uma lembrança de tempos difíceis. O emagrecimento depende de um conjunto de mudanças que vão desde a revisão dos hábitos alimentares, a inclusão da prática de atividade física regular, a manutenção da qualidade do sono e o gerenciamento do estresse. O processo de perda da gordura corporal costuma ser longo e a manutenção do novo peso também leva tempo e demanda persistência. Como não é um processo fácil, muitas pessoas adotam dietas que prometem a perda peso de maneira rápida e aparentemente “milagrosa”. Normalmente, elas restringem grupos de alimentos e de calorias. Essas dietas podem funcionar a curto prazo, porém perder peso é diferente de emagrecer. Dietas restritivas não são sustentáveis por muito tempo, além de promoverem processos metabólicos pouco saudáveis. Seguir dietas restritivas pode causar sérios perigos para a saúde. Confira, a seguir, quais são os principais riscos: Deficiências nutricionais As dietas radicais costumam excluir ou limitar alguns grupos de alimentos, sendo o grupo dos carboidratos o mais comum. Ao deixar de consumir carboidratos de todos os tipos, ocorre uma perda de nutrientes como minerais e vitaminas, principalmente as do complexo B.  Já a privação do leite e derivados pode causar falta de cálcio, essencial para a manutenção dos ossos. No caso da exclusão de frutas, legumes e verduras, o déficit nutricional fica ainda maior. Perda de massa muscular Em uma dieta rápida de perda de peso é bastante comum eliminar água e músculos. Isto é o que faz a dieta ter um bom resultado na balança, mas um péssimo saldo para o organismo. A massa muscular é importantíssima para a realização das atividades diárias e consome mais energia do que o tecido gorduroso. Efeito sanfona Quando o organismo deixa de receber os nutrientes necessários para exercer suas funções, ele passa a funcionar de forma mais lenta que o habitual. Já quando ele volta a receber todos os tipos de alimento, o que acontece quando acaba o regime, o corpo entra em alerta e se prepara para enfrentar uma nova fase de restrição. É por isso que há um acúmulo de calorias e energia não utilizadas, transformando este excesso em gordura. As dietas restritivas contribuem bastante para o efeito sanfona e o ganho de peso igual ou maior do que antes.  Transtornos alimentares Pesquisadores observaram que a preocupação excessiva em contar as calorias dos alimentos pode direcionar e, futuramente, desenvolver transtornos alimentares. As dietas restritivas são gatilhos para a evolução de distúrbios sérios como a anorexia, a bulimia e a compulsão alimentar. Para emagrecer com saúde física e mental, o ideal é seguir um padrão alimentar balanceado e individualizado. Além disso, recomendamos adotar a prática de atividades físicas, o gerenciamento do estresse, a regulação do sono

Como diminuir o açúcar para ter uma dieta saudável?

16 de fevereiro de 2022
Alerta para o consumo de açúcar De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, mais de 60% da população brasileira adulta está com excesso de peso. Já a Sociedade Brasileira de Diabetes diz que 16,5 milhões de pessoas são diabéticas e grande parte não tem ciência de que possui a doença. A OMS orienta que o máximo de consumo diário de açúcar seja de até 25 grs, o que seria aproximadamente 2 colheres de sopa. Porém, o brasileiro consome todos os dias o correspondente a quase 4 colheres. Isso acontece porque muitos produtos industrializados contêm altas doses de açúcar, muitas vezes com nomes como maltodextrina, maltose, dextrose, xaropes, glucoses, lactose, melados e néctares ou açúcar invertido. Mas como reduzir a ingestão de açúcar no seu dia a dia? 1-Evite refrigerantes, sucos artificiais e outras bebidas industrializadas Praticamente toda bebida industrializada como sucos, águas saborizadas, chás e refrigerantes contêm grande quantidade de açúcar na sua composição. Eles devem ser evitados ao máximo, principalmente pelos que devem controlar a obesidade e a diabetes.  2- Exclua alimentos ultraprocessados da sua alimentação Alimentos industrializados como biscoitos, farinha láctea, achocolatados, barras de cereal, pães, molhos de tomate, molhos para salada, temperos prontos em cubo, comidas congeladas e outra variedade de alimentos também recebem grandes quantidades de açúcar na composição. Por isso, reduza ou elimine estes alimentos da sua ingestão diária. 3- Diminua a quantidade de açúcar adicionado aos alimentos e preparações Para ter uma alimentação mais saudável reduza a quantidade de açúcar no café, chá e sucos e nas receitas preparadas em casa. Se possível, elimine este ingrediente do seu dia a dia. Frutas são fontes de açúcar mais saudável e podem ser utilizadas como alternativa em algumas receitas. 4- Troque o tipo de açúcar por uma versão mais saudável Se não for possível eliminar o consumo de açúcar, opte pelo açúcar mascavo. Por não sofrer o processo de refinamento, esse produto conserva mais nutrientes.  Note que este tipo não é menos calórico que o açúcar refinado, porém contém mais nutrientes. Já quem é obeso ou diabético deve eliminar o consumo de qualquer tipo. Para evitar o consumo, uma das regras básicas é não comprar e estocar qualquer tipo de alimento com este ingrediente. Outra sugestão é começar a troca de doces por frutas secas como tâmaras, damascos, bananas ou uvas. Elas são mais saudáveis e ajudam a saciar a vontade do sabor doce. O café é uma bebida com um sabor muito mais interessante puro do que adocicado. Comece a diminuir o açúcar na xícara e certamente você irá se habituar sem ele. Mudanças graduais ajudam a trocar a maneira de se alimentar e garantem mais qualidade de vida. Se você achar que precisa de uma ajuda profissional e suporte para esta mudança de hábito agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes. Entre em contato pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou clique aqui!

Pouco peso significa saúde?

31 de janeiro de 2022
Ser magro x ter saúde Sempre que vemos uma pessoa magra, associamos mentalmente com alguém que possua hábitos saudáveis como alimentação balanceada, atividade física regular e baixo risco de doenças. Porém, pessoas com baixo IMC (índice de massa corporal) que não se alimentam corretamente, não praticam atividades físicas e costumam ter maus hábitos como fumar ou ingerir muita bebida alcoólica estão expostos a sérios problemas de saúde. Grande parte dos fatores que levam uma pessoa a ter ou não uma boa saúde está ligada aos hábitos adotados ao longo da vida. Portanto, um indivíduo magro pode ter doenças parecidas com as das pessoas de IMC alto. Como deve ser a análise? De qualquer forma, o IMC de um indivíduo deve ser analisado em conjunto com outros fatores. Se alguém apresenta uma taxa considerada normal para a combinação entre o seu peso e a sua altura mas tem gordura acumulada no abdômen, por exemplo, pode tornar-se candidato à síndrome metabólica. A gordura corporal gera um quadro inflamatório que possibilita o surgimento de várias doenças como pressão alta, diabetes, infarto, derrames e até mesmo câncer. O que dizem as pesquisas? Um estudo publicado pela Federação Mundial de Cardiologia indicou que quem não pratica exercícios regularmente, incluindo os magros, tem o dobro de risco de sofrer de problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão. Concluindo, os riscos de saúde se apresentam de forma bastante considerável para quem se identifica como pessoa magra. Mais do que buscar o padrão estético desejado socialmente, é importante sempre avaliar se o organismo tem acúmulo de gordura e se a saúde está em dia. Para fazer uma avalição geral, conhecer melhor o corpo e buscar orientações para mudança de hábitos, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Você sente fome ou desejo por comida?

20 de janeiro de 2022
Para muitas pessoas o início do ano é um ótimo momento para fazer um planejamento e, com ele, a definição de metas. O emagrecimento certamente faz parte de muitas resoluções pessoais de Ano Novo, gerando uma grande demanda nos consultórios médicos. Vamos falar sobre obesidade Sabemos que a obesidade é uma condição complexa, vinculada a fatores genéticos, hormonais, fisiológicos, sociais, biológicos, psicológicos e comportamentais. Portanto, para montar um plano de emagrecimento, é preciso levar em conta outras análises além da avaliação dos hábitos alimentares do paciente ou do incentivo à prática de atividade física. Um dos principais pilares dessa avaliação é observar o quanto a comida se relaciona com questões emocionais, ou seja, é muito importante que o paciente entenda a sua fome biológica e a diferencie do impulso de comer. Mas você sabe a diferença de sentir fome e sentir desejo por comida? Se a comida representa um alívio para emoções como tristeza, ansiedade, estresse, cansaço ou tédio, é muito provável que um dos motivos para o ganho de peso esteja ligado a fatores emocionais (fome emocional). Este tipo de situação é bastante comum porque relacionamos alimentos com o nosso bem estar, conforto e proteção. É uma condição bastante ligada à infância, onde se dá o início da nossa relação com a comida. Porém, a sensação de prazer é momentânea e rápida, justamente porque os alimentos consumidos nestes momentos são ricos em carboidratos, açúcar e gordura. Eles atingem o pico de insulina muito rapidamente, gerando mais desejo por comida. Consequências da fome emocional As situações de fome emocional podem agravar ainda mais as sensações de tristeza, angústia, culpa e frustração. Uma das ferramentas de ajuda é entender os gatilhos que geram esse comportamento. Através de um diário, conseguimos mapear a situação vivida, o sentimento que veio à tona e o tipo de alimento consumido. Por exemplo, uma briga familiar pode gerar raiva e a ingestão de doces para aliviar a tensão. A partir daí, é possível tentar mudar a atitude em relação ao problema e buscar uma solução mais adequada, como sair para fazer uma caminhada e acalmar os pensamentos. Por onde começar a mudança de hábitos? Se sua meta em 2022 é melhorar sua qualidade de vida e saúde em geral, procure um profissional especialista. O médico nutrólogo poderá ajudar você na mudança desse cenário. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior, profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

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    Edivaldo Rodrigues dos Santos Junior - Doctoralia.com.br