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O nível de estresse pode influenciar no resultado da dieta?

29 de novembro de 2021
Estresse x Dieta Ao iniciar uma dieta é comum que o paciente foque apenas no plano alimentar, não considerando vários fatores que podem influenciar no sucesso do emagrecimento. Um estudo publicado nos EUA em 2017 analisou mais de 2.500 pessoas durante 4 anos, observando os níveis de excesso de gordura no organismo e a concentração de cortisol medido no fio de cabelo, um biomarcador de estresse crônico. Nesta análise foram observadas as associações entre cortisol, IMC, circunferência da cintura e peso corporal, chegando a um resultado de que altos níveis de cortisol estavam correlacionados com a persistência da obesidade. Viu-se que quanto maior o estresse fisiológico ou psicológico, maior é o nível de cortisol, contribuindo para o desenvolvimento da obesidade e da síndrome metabólica. Na presença de insulina, o cortisol promove o acúmulo de triglicerídeos nos depósitos de gordura visceral. Além de influenciar no acúmulo de gordura, esse hormônio está associado a alterações na quantidade e no tipo de alimento consumido. Conclusão Portanto, é imprescindível fazer uma dieta acompanhando o estilo de vida do paciente, avaliando marcadores como o sono, o esgotamento físico, emocional e a frequência de atividade física. Adotar uma dieta equilibrada com o suporte de um nutricionista e praticar atividade física são essenciais no processo de emagrecimento. O papel do médico O médico nutrólogo investigará o metabolismo do paciente. Alterações nas taxas hormonais, vitaminas e nutrientes muitas vezes dificultam a perda de peso, e nestes casos, o especialista poderá entrar com intervenção medicamentosa ou suplementação. Invista integralmente em sua saúde, cuidando dos fatores que podem influenciar seu organismo como um todo. Para saber mais sobre o tema, siga-nos nas redes sociais da clínica EJR. E para agendar uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior, entre em contato via WhatsApp (11) 97263-2233.

Por que procrastinamos o início da dieta?

12 de novembro de 2021
Como dar o ponta pé inicial na dieta? Quando se fala em emagrecimento, uma das situações que mais acontece para a maioria das pessoas é deixar o início da dieta mais para a frente. Quem sabe na próxima segunda-feira? Mesmo entendendo que a transformação é necessária, é bastante frequente encontrarmos pessoas que adiam a sua meta por vários dias. Por que isso acontece? Procrastinar uma mudança de hábitos como a dieta, por exemplo, significa que estamos apegados à sensação de conforto e segurança que a repetição de um mesmo padrão nos dá. O cérebro entende que há um mecanismo de recompensa quando fazemos tudo da mesma forma. Como podemos quebrar esse ciclo? Uma pequena atitude de grande impacto é assumir um compromisso com outra pessoa, como contratar um personal trainer, entrar para um grupo de vôlei ou combinar uma atividade física com amigos. O simples fato de ter um compromisso com alguém pode ajudar a romper o ciclo de procrastinação e desmotivação. Outra atitude é pensar na dieta não como algo difícil, de longa duração ou desafiador, mas sim como algo possível de ser realizado por meio do cumprimento de pequenas tarefas. Ex.: sua meta do dia pode ser ligar para marcar uma consulta com a nutricionista. Use recompensas Mudanças de hábitos são sempre desafiadoras e pedem recompensas para que sejam encorajadas. Nossas ações diárias são estimuladas por alguns ganhos.  Se recebermos um ganho maior do que a recompensa do padrão atual, a mudança de comportamento terá mais chance de sucesso. “Se você se concentrar em passos pequenos e gerenciáveis, poderá cruzar distâncias inimagináveis.” — Shaun Hick Nossos especialistas têm o conhecimento e a experiência necessária para definir metas de emagrecimentos possíveis, saudáveis e motivadoras. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Grupos de desafio de emagrecimento

1 de novembro de 2021
Grupos de desafio de emagrecimento valem a pena? O emagrecimento é, essencialmente, um desafio. O monitoramento diário, a mudança de hábitos alimentares e emocionais, a expectativa e a autodisciplina são dificuldades que podem ser mais leves se compartilhadas com quem está passando pelo mesmo processo. Porém, será que os grupos de desafios lançados pelas redes sociais são uma boa opção? Como funcionam? Estes grupos são formados para que os participantes compartilhem fotos de pratos, receitas, dicas, exemplos de exercícios físicos e, principalmente, suas conquistas de emagrecimento. Alguns grupos contam com um orientador que pode ser uma pessoa em destaque no mundo fitness, muitas vezes alguém que representa uma idealização de aparência física. Vantagens dos grupos O lado positivo dos grupos é o apoio de pessoas que estão vivenciando a mesma situação. No processo de emagrecimento, o suporte e o incentivo ajudam bastante no compromisso da perda de peso. No entanto, é muito comum que esses desafios incentivem os participantes a perderem o máximo de peso possível em períodos muito curtos. Alguns desafios têm duração de 21 dias, o que pode ser um prazo bem reduzido para alcançar determinados objetivos. Quais os riscos? Neste processo competitivo, o participante pode cortar da dieta fontes de macronutrientes, fibras e vitaminas essenciais para o bom funcionamento do organismo e até possíveis coadjuvantes no processo de emagrecimento. Além disso, as dietas propostas são genéricas e não levam em conta o biotipo e as necessidades individuais do participante. Qual o caminho ideal? Um processo de emagrecimento saudável tem início com testes de saúde para análise do organismo.  A partir destes marcadores, o médico nutrólogo irá avaliar o tipo de metabolismo, o estilo de vida, o déficit de vitaminas e outros fatores para prescrever uma dieta personalizada. Durante o tratamento, o médico irá acompanhar o processo adequando as práticas alimentares, exercícios físicos e suplementos. Também é importante ressaltar que o plano de emagrecimento prevê um período de manutenção para que o novo peso se mantenha estável e os resultados, duradouros. Grupos de desafio são um ótimo incentivo desde que orientados e acompanhados da forma adequada. Uma sugestão é montar um grupo com pessoas próximas e marcar uma consulta com acompanhamento médico para todos os participantes. Afinal, o incentivo e o suporte deve acontecer da maneira mais segura, profissional e saudável possível. Para agendar uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior, entre em contato pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Você conhece as etapas do processo de emagrecimento?

19 de outubro de 2021
Todos querem saber o que fazer para emagrecer! Nos dias de hoje ainda é comum encontrarmos pessoas com desejo de emagrecer que adotam remédios ou dietas genéricas que prometem milagres. Porém, é através da reeducação alimentar que encontramos a melhor forma de emagrecer com saúde e com resultados duradouros. Com este processo de emagrecimento, é possível incorporar alimentos saudáveis e ricos em nutrientes e diminuir o consumo de alimentos industrializados, ricos em açúcar, refrigerantes e frituras. É importante que a reeducação alimentar seja realizada sob orientação de um profissional de nutrição que irá avaliar os hábitos alimentares e o estilo de vida do paciente. Além disso, o médico nutrólogo irá determinar quantos quilos devem ser perdidos considerando o peso ideal para a idade e altura, prevenindo complicações para a saúde. Para entender um pouco mais sobre as etapas do emagrecimento, veja as explicações abaixo. Período de perda de peso ativo Essa fase do emagrecimento corresponde ao período de 4 a 6 meses de tratamento. Com uma meta definida de acordo com o perfil e necessidade de cada paciente, é importante ter disciplina para contribuir para o sucesso do processo.  O automonitoramento como um diário alimentar e a pesagem semanal são recursos indispensáveis para acompanhar a evolução e ajudar no resultado.  A perda de peso no início do tratamento é um importante indicador para o sucesso a longo prazo. Período de efeito platô Acontece quando o organismo se defende do emagrecimento, mesmo mantendo a dieta e a atividade física. Nesta fase, o paciente pára de emagrecer pois o metabolismo fica alerta às mudanças energéticas. Para aumentar o gasto calórico é importante investir na atividade física. Período de manutenção A obesidade é uma doença crônica, por isso, a manutenção do peso deve ser constante. Essa é uma fase de atenção e de monitoramento, observando o aumento de peso regularmente. Caso haja um acréscimo de 2 a 3kg além do peso ideal, é importante retomar os cuidados do início do tratamento. Invista na ajuda de um médico nutrólogo durante todo o processo de emagrecimento. Além de contar com uma orientação individualizada, pesquisas indicam que quanto maior o contato com a equipe de saúde, melhores são os resultados. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Emagrecimento personalizado

6 de outubro de 2021
O processo de emagrecimento Emagrecer com saúde é o sonho de muitas pessoas, mas sempre é um desafio. Dietas mirabolantes, privação de alimentos essenciais, perda de peso de forma brusca, restrições alimentares por conta própria, tudo isso pode provocar um novo aumento de peso e o famoso “efeito sanfona”, nada saudável para o organismo. Por conta disso, o acompanhamento de uma equipe especializada é essencial para se livrar dos quilos extras. Com um acompanhamento adequado de um nutrólogo e um nutricionista você emagrece de maneira contínua e saudável. É importante ter em mente que o processo de emagrecimento e reeducação alimentar torna-se mais fácil e eficiente quando indicado e acompanhado por quem entende do assunto. O nutrólogo vai analisar sua saúde de uma forma geral. É ele quem vai diagnosticar e tratar doenças nutroneurometabolicas, avaliar exames diagnósticos e propor mudanças de hábitos para uma vida e comportamento alimentar mais saudável. O nutricionista vai recomendar uma dieta compatível com a sua rotina e fazer o acompanhamento do dia a dia. Vantagens do planejamento Um plano de emagrecimento personalizado ajuda a obter excelentes resultados. Além de emagrecer através da dieta individualizada, o paciente aprende a mudar os hábitos alimentares trabalhando a relação com a comida, reorganizando os hábitos alimentares e os padrões emocionais. Provocando uma mudança no comportamento, a dieta personalizada é essencial para quem tem dificuldade em se disciplinar, sofre com os altos e baixos da balança e quer uma mudança real. Além dos benefícios de emagrecer de forma saudável e duradoura, as avaliações usam o exame de bioimpedância, importante para análise das massas magra e gorda, quantidade de água no corpo e outros índices para promover um emagrecimento de sucesso. O que fazer para começar? Se você quer emagrecer com saúde, aposte num plano de emagrecimento personalizado agora mesmo! Para fazer uma avalição geral, receber um plano de dieta personalizado e garantir acompanhamento médico especializado, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior (nutrólogo) e com a Dra. Daniela Nesadal (nutricionista) pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou acesse aqui.                              

Emagrecimento: prepare-se para o verão!

16 de setembro de 2021
Os meses passam rápido e, quando nos damos conta, já estamos nos preparando para a chegada do verão. A estação mais animada do ano chegará em 3 meses! Este é o momento ideal para iniciar um plano de boa forma e emagrecimento. Para emagrecer de forma saudável e duradoura, o melhor caminho é unir a prática de atividades físicas a uma dieta rica e balanceada. Para começar, lembre-se de que o alongamento é essencial para proteger músculos e articulações. Serve para evitar lesões que podem comprometer o rendimento nos treinos. Alongue-se antes e após os exercícios.  Alimentos ricos em vitaminas e minerais também ajudam nessa proteção. Se o seu objetivo de emagrecimento é eliminar muitos quilos até o verão, busque intensificar a rotina de exercícios. Treinos mais intensos irão aumentar o gasto calórico com mais rapidez. Escolha atividades aeróbicas como corrida ou natação e intercale com atividades para ganho de força, como musculação. E não esqueça de hidratar-se com frequência, já que a primavera é uma estação quente com pouca umidade do ar. Em relação à dieta, a regra de ouro é o equilíbrio. Uma dieta balanceada é fundamental no processo de emagrecimento, além de promover um organismo mais saudável. O consumo adequado de carboidratos, gorduras, proteínas, vitaminas e minerais é importante para o emagrecimento. E, claro, a ingestão de alimentos industrializados, frituras, doces, refrigerantes, bebidas alcóolicas deve ser praticamente nula neste processo. Por último, aproveite os alimentos que são aliados na perda de peso. Os alimentos termogênicos aumentam o gasto calórico do organismo na execução das atividades das células. Pequenas porções de gengibre, canela, café e chá de hibisco trazem ótimos benefícios. Para fazer uma avalição geral e garantir um acompanhamento médico agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.    

Doenças Inflamatórias Intestinais

31 de agosto de 2021
O que são as doenças inflamatórias intestinais? As doenças inflamatórias intestinais são doenças crônicas que causam dores, diarréia persistente e desnutrição. Quais as causas? Essas inflamações na mucosa digestiva e intestinal ainda não têm uma causa definida. Estudos apontam que pessoas com pré-disposição genética sofrem reações imunológicas anormais provocadas por bactérias que costumamos ter no intestino. As doenças inflamatórias intestinais (DII) mais comuns são a colite ulcerativa e a doença de Crohn. A primeira, normalmente afeta o intestino grosso, causando episódios de dores abdominais e diarréia com sangue. Já a segunda, pode afetar praticamente qualquer parte do trato digestivo, também causando diarréia crônica e dor abdominal. Leia mais sobre a doença de Crohn no nosso Blog Qual o impacto da alimentação no avanço das doenças inflamatórias intestinais? O tipo de alimentação pode influenciar consideravelmente o desenvolvimento dessas doenças. Pessoas que consomem alimentos ricos em açucares refinados, abusam de gordura animal e comem poucas fibras aumentam o risco de DII, assim como o consumo de fast food com uma frequência de 2 vezes na semana ou mais. Já indivíduos que consomem vegetais, frutas, azeite, peixes e oleaginosas têm menos risco de desenvolver a DII. A ingestão de frutas e verduras aumentam a proteção e tem um efeito prebiótico, excelente para a saúde. O que devemos consumir? Alimentos ricos em ômega 3 têm propriedades anti-inflamatórias e são ótimos para o controle da doença. Peixes como salmão, anchova, sardinha e atum, sementes de chia, de linhaça e nozes devem fazer parte das refeições. Alimentos que devem ser evitados Já os alimentos com ômega 6 têm propriedades pró-inflamatórias e estão associados ao aumento do risco de colite ulcerativa. O ômega 6 está presente principalmente em óleos de cozinha. É importante dosar o seu consumo. DICA EJR Para garantir a longevidade com qualidade de vida é importante manter um estilo de vida saudável praticando exercícios físicos regulares, fazendo controle do estresse e mantendo um padrão alimentar anti-inflamatório, evitando assim as doenças inflamatórias intestinais. Para fazer uma avalição geral, agende sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou clique aqui.  

Soja: um assunto polêmico!

28 de agosto de 2021
Consumo de soja é um bom negócio? Na constante polêmica sobre a ingestão de alguns alimentos, a soja é sempre muito comentada. Afinal, podemos ou não comer este grão de maneira segura? A soja e os alimentos derivados dela contêm um composto orgânico natural chamado isoflavona. Este composto é parecido com o estrógeno, hormônio natural feminino. Uma das indicações é o alívio dos sintomas da menopausa, dos sintomas da TPM, prevenção da osteoporose e das doenças cardiovasculares. Atualmente mais de 95% da produção da soja é transgênica e contaminada por muitos pesticidas. Um dos agrotóxicos mais utilizados no cultivo se chama glifosato. Este pesticida está bastante relacionado com o aumento de casos de alergias, câncer e autismo. Estudos sobre a soja A Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos (EFSA) publicou um estudo indicando que não foram encontradas alterações significativas na tireoide, útero, mamas relacionadas ao consumo de soja e os homens avaliados na pesquisa permaneceram com os níveis hormonais estáveis. A Sociedade Norte-Americana de Menopausa também concluiu que a isoflavona não aumenta o risco de câncer de mama ou de endométrio. Outro estudo positivo foi da Associação Americana do Coração, que concluiu que a soja pode reduzir o colesterol LDL em adultos em aproximadamente 4%. No entanto, mesmo com estudos que indicam que a soja não afeta negativamente a saúde, pacientes com disfunção hormonal, problemas de tireoide, problemas reprodutivos ou níveis baixos de testosterona devem tomar um cuidado adicional no consumo da soja. DICA EJR Lembre-se que toda alimentação deve ser variada, incluindo outros grãos como ervilha, lentilha, feijão e grão-de-bico. A soja e seus derivados podem ser consumidos com moderação. Gostaria de saber mais sobre os benefícios e os riscos dos alimentos que você consome diariamente? Para fazer uma avalição geral, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Suplementos alimentares: quais seus benefícios?

17 de agosto de 2021
O que são suplementos alimentares? Amplamente divulgados e comercializados, os suplementos alimentares podem ser encontrados facilmente.  Eles prometem aumentar a energia, fortalecer os músculos e até eliminar o excesso de gordura.  Com este apelo, cada vez mais pessoas aderem ao uso destes produtos confiando que os resultados virão mais rapidamente.  Será que isso realmente acontece? Existem atalhos quando o objetivo é ganhar mais performance no treino, mais músculos definidos ou até emagrecer? A resposta é que não há efeito imediato. A suplementação traz efeitos a longo prazo. Portanto, é importante ter cuidado extra na quantidade e na duração do uso dos produtos. O que funciona? Quem pratica atividade física intensa e quer ganhar massa muscular pode fazer uso dos suplementos, porém o que realmente contribui é o treinamento pesado. Quem pode ajudar? Para ajudar no processo, deve-se procurar um nutricionista para fazer uma avaliação dos nutrientes no organismo, adequar a alimentação e prescrever uma dieta adequada para antes e depois do treino. O consumo de suplementos de proteína pode ser incluído se for o caso do paciente ter deficiência deste nutriente. Apenas o nutricionista poderá fazer esse diagnóstico. Tipos de suplementos alimentares Entre os mais populares estão o Whey Protein, proteína extraída do soro do leite indicada para quem quer ganhar massa muscular. A proteína ajuda na reparação dos músculos, já que eles sofrem pequenas lesões durante os exercícios. Já a creatina é um aminoácido existente no nosso organismo e nos alimentos de origem animal. Normalmente, é prescrito para quem pratica atividades físicas com muita intensidade. Outros produtos suplementares para quem pratica atividade física intensa são a vitamina C, que ajuda a produzir enzimas antioxidantes que combatem os radicais livres e as vitaminas do grupo B, que ajudam na recuperação da energia que foi consumida nas células durante o treino. Os suplementos contêm vitaminas e proteínas benéficas para os músculos, rins, fígado e coração. Mesmo assim, eles são indicados apenas como um complemento da alimentação. Não devem substituir um tratamento médico ou uma dieta alimentar apropriada. Lembre-se que existem riscos em incluir estes complementos no dia a dia por conta própria. É importante fazer uma avaliação geral e receber orientação específica. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.  

O álcool e o câncer

30 de julho de 2021
Sabemos que beber em excesso causa danos à saúde e os riscos estão aumentando. Em 2020 foram diagnosticados globalmente cerca de 740.000 casos de câncer. Este dado chama a atenção da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC). Segundo a organização, é de extrema urgência conscientizar a população sobre a relação entre o consumo de álcool e o risco de câncer, fato desconhecido pela maior parte das pessoas. Em um estudo recente, mesmo quem consome pouco está sujeito aos riscos, pois não existe uma fronteira que define risco zero ou risco elevado. É claro que quanto mais o paciente beber, maior os riscos. Portanto, não existe consumo de álcool que seja seguro. O mesmo estudo mostra que os casos de câncer mais comuns são de boca, garganta, laringe, esôfago, fígado, cólon, reto e mama. ​Veja outros problemas frequentes quando há uso constante do álcool. Obesidade A bebida alcoólica possui alto valor calórico e poucos nutrientes. Uma lata de cerveja tem quase as mesmas calorias que um pão francês. Quem consome duas ou três latas por dia certamente contribui para o aumento de gordura corporal. ​Além disso, o desejo de consumir alimentos com mais gordura e açúcar também aparece. O responsável é o aumento do cortisol (ou hormônio do estresse) causado pelo álcool. Fígado gorduroso e cirrose O fígado é o órgão que metaboliza os nutrientes de alimentos e bebidas. Pessoas que consomem quantidades elevadas de álcool sobrecarregam o organismo, gerando um acúmulo de gordura no órgão, chamado de esteatose hepática alcoólica.​ ​Boa parte de pacientes diagnosticados com fígado gorduroso desenvolvem uma inflamação crônica irreversível, a cirrose. Pancreatite Inflamação severa que causa a deficiência do pâncreas em produzir hormônios importantes para o bom funcionamento do corpo, como a insulina, levando a um quadro de diabetes tipo 2. Depressão O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central. Quando o consumo é excessivo, a bebida alcoólica causa a redução das células cerebrais, podendo levar a quadros depressivos. Perda de memória O álcool tem efeito prejudicial a estruturas importantes ligadas à memória. Quem consome níveis elevados de bebida pode ter deficiência de vitaminas como a B1, contribuindo para o risco de demência alcoólica.  Este quadro é grave e irreversível. Derrame ou AVC Outro risco sério e em grande escala. O álcool é responsável pelo aumento da pressão arterial e, consequentemente, pode causar um acidente vascular cerebral. Cardiomiopatia O álcool pode levar à cardiomiopatia alcoólica, que é a flacidez e fraqueza do músculo cardíaco. Com este quadro, o coração tem dificuldade para levar o sangue para o corpo todo, desencadeando outros problemas de saúde podendo levar até a uma parada cardíaca. Quem toma uma taça de vinho por dia acreditando que está se protegendo de doenças cardíacas, pode estar contribuindo para desenvolver câncer e outros males. Muito cuidado e moderação no consumo de bebidas alcóolicas. Este hábito pode trazer consequências desastrosas. Para fazer uma avalição geral da sua saúde, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Como o ciclo menstrual impacta na sua disposição para malhar?

16 de julho de 2021
Treino e menstruação Conhecemos a importância dos exercícios físicos diários, contudo os benefícios e os resultados podem depender de vários fatores: alimentação, genética e, no caso das mulheres, do ciclo menstrual. Isso acontece porque em cada fase do ciclo menstrual o corpo da mulher sofre variações de motivação e de desempenho. As fases do ciclo menstrual O ciclo menstrual dura em média 28 dias e é separado em duas fases. A primeira é a fase folicular e a segunda, a fase lútea. O marco que divide as fases é a ovulação. Como isso pode afetar os exercícios físicos? Em cada fase, a produção dos hormônios é diferente e o corpo responde de forma distinta. Durante a menstruação Nesta fase, o ânimo para treinar costuma ser menor, pois além das cólicas, a produção de estrogênio e progesterona ainda é baixa.  Neste momento, é recomendável fazer exercícios leves, mas sem perder o ritmo. Quando a menstruação termina Aqui, há um aumento progressivo dos níveis de estrogênio e uma maior liberação de noradrenalina. As mulheres apresentam mais motivação e melhor desempenho nas atividades físicas. Este é o momento ideal para treinar com mais intensidade em atividades aeróbicas (corrida) ou de resistência (musculação). Na fase ovulatória Neste período, há uma leve queda na capacidade de força e na coordenação. Não é preciso diminuir os treinos, mas recomenda-se diminuir o ritmo, se comparado com a fase anterior. Novamente os níveis de estrogênio voltam a subir depois da ovulação e é nesta fase que a mulher tem maior disposição e força. Aumentam também o número de neurotransmissores relacionados ao bem-estar. Na última fase do ciclo menstrual Acontece a queda da progesterona e do estrogênio, reduzindo gradativamente sua concentração. Neste momento, é comum acontecer retenção de líquidos, prisão de ventre, dores de cabeça e irritabilidade. Portanto, é o momento de investir em práticas mais leves como yoga e alongamento. Não é necessário parar as atividades em nenhuma fase, apenas prestar atenção no corpo e respeitar seus ciclos. Desta forma, é possível aproveitar melhor cada momento hormonal e fazer dele um aliado no treino. Que tal, gostou das dicas? Você costuma perceber essas oscilações durante o seu ciclo menstrual?  

Pré-diabetes: estado de alerta!

30 de junho de 2021
De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), estima-se que, atualmente, a população mundial com a doença seja da ordem de 387 milhões e que alcance 471 milhões em 2035. Considerada uma das principais causas de morte, dados da International Diabetes Federation (IDF) apontam que o Brasil ocupa a quarta posição no ranking de nações com o maior número de adultos com diabetes: são 14,3 milhões, o que representa cerca de 7% da população. Segundo relato da SBD, o aumento ocorre em virtude do crescimento e do envelhecimento populacional, da maior urbanização, da progressiva prevalência de obesidade e do sedentarismo, bem como da maior sobrevida de pacientes portadores. É preciso estar atento, pois embora os sintomas surjam lentamente, a doença não controlada pode causar complicações graves, como nefropatia, cardiopatia, vasculopatia, neuropatia, retinopatia, entre outras. Reversão do quadro A evolução ao diabetes só pode ser reversível na fase em que o paciente é diagnosticado com pré-diabetes, uma condição que precede a doença. O pré-diabetes ocorre quando os níveis glicêmicos estão alterados, mas não o suficiente para serem considerados diagnósticos de diabetes. Muita gente não valoriza o diagnóstico de pré-diabetes por achar que é “apenas uma glicemia um pouco alterada”. Porém, nesse estágio já começam a se desenvolver as complicações crônicas típicas do diabetes, especialmente no sistema cardiovascular. Portanto, é uma situação de risco e deve ser abordada de forma séria, pois sua evolução ao diabetes só é reversível nessa fase. É importante saber reconhecer esse diagnóstico como um sinal importante de alerta à saúde. Sintomas e diagnóstico do pré-diabetes O diagnóstico do pré-diabetes é laboratorial, já que sintomas só costumam se desenvolver quando os níveis glicêmicos estão descompensados, ou seja, quando já houve evolução ao diabetes. A glicemia de jejum é considerada normal quando abaixo de 99mg/dl e o diagnóstico de diabetes é feito quando seus níveis estão acima de 126mg/dl (em duas ocasiões). Pacientes que apresentem níveis entre 99 e 126 podem ser portadores de pré-diabetes. Outros exames que podem auxiliar na diferenciação entre pré-diabetes e diabetes são a curva glicêmica e a hemoglobina glicada. Um sinal clínico de alerta para o pré-diabetes pode ser a presença de acantose nigricans – escurecimento da pele em algumas regiões do corpo como o pescoço, axilas, dedos, cotovelos e joelhos. Sendo assim, o diagnóstico precoce é de fundamental importância para que os níveis glicêmicos sejam controlados desde o início da doença, evitando seus sintomas e complicações crônicas. Tratamento e prevenção Os medicamentos podem ser úteis na prevenção do diabetes, porém, modificações no estilo de vida são mais eficazes que o uso de remédios. Dentre as principais medidas para se prevenir a progressão para o diabetes estão a prática regular de exercícios físicos e a manutenção de um peso saudável. Adotar hábitos alimentares equilibrados, incluindo alimentos ricos em fibras e reduzir o consumo de açúcares e alimentos industrializados, são medidas eficazes. Além desses cuidados, a prática regular de exercícios físicos tem papel fundamental na melhora da resistência insulínica. Recomenda-se a prática

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    Edivaldo Rodrigues dos Santos Junior - Doctoralia.com.br