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Como a obesidade pode causar câncer

24 de maio de 2022
Pesquisas mostram que o excesso de gordura corporal aumenta o risco de vários tipos da doença, incluindo câncer colorretal, de esôfago, dos rins, pâncreas, das mamas e de útero. Como a obesidade aumenta o risco de câncer? Especialistas acreditam que, em grande parte, é devido à inflamação causada pela gordura visceral – a gordura que envolve os órgãos vitais. O problema com a gordura visceral excessiva é que ela afeta certos processos no corpo. Por exemplo, a maneira como hormônios como a insulina e o estrogênio são gerenciados pelo organismo. No paciente obeso, a gordura visceral aparece em grande volume. Com o excesso de gordura não há espaço para o oxigênio, causando processos inflamatórios, que são a resposta natural do corpo a lesões e doenças. A inflamação a longo prazo causada pelo excesso de gordura visceral pode danificar o corpo e aumentar o risco de câncer. Por que o câncer pode surgir? O câncer acontece quando as células se reproduzem sem padrão ou controle, danificando as células ao seu redor e causando doenças. Quanto mais células se dividem e se reproduzem, maior o risco de que um tumor se forme. A inflamação causada pela obesidade pode impedir o corpo de responder adequadamente à insulina, produzindo ainda mais insulina para compensar esta falha. Este processo desencadeia um aumento no número de células produzidas, o que pode levar à doença. Além disso, o aumento da insulina também afeta o controle de hormônios como o estrogênio, contribuindo para o aumento do risco de tumores. O excesso de estrogênio está associado a um risco aumentado de câncer de mama, do endométrio e de ovário na pós-menopausa. Como podemos nos prevenir? Uma das coisas mais importantes para diminuir o risco de câncer é manter um peso saudável. Em casos de obesidade, é importante adotar medidas para a redução do peso. Aposte em uma dieta saudável composta por vegetais, frutas, grãos integrais, leguminosas e proteína animal na quantidade certa. Reduza e controle a ingestão de bebidas alcóolicas. Fique atento aos períodos de descanso e de lazer. O cansaço pode induzir à alimentação em excesso e com escolhas pouco saudáveis. Invista em atividades físicas com frequência. Ser obeso ou com sobrepeso prejudica a capacidade do seu corpo de funcionar de maneira adequada. Manter um peso saudável é essencial para reduzir o risco de câncer. Emagreça com uma dieta personalizada e com foco na saúde agendando sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Agende seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou clicando neste link.

O que causa dificuldade para emagrecer?

28 de abril de 2022
Benefícios de emagrecer Para quem está acima do peso, emagrecer é, inicialmente, um desejo de melhorar a aparência. Porém, além da questão estética, já se sabe que o emagrecimento promove benefícios à saúde, melhora a qualidade de vida e contribui para o bem-estar e a longevidade. A dificuldade acontece quando a pessoa controla a alimentação, pratica atividade física e, ainda assim, não consegue perder peso. O que pode estar errado? Um dos erros que acontecem com mais frequência é o uso de dietas extremamente restritivas. Elas costumam desregular o metabolismo, deixando-o mais lento, o que contribui com o efeito sanfona à médio prazo. Outro fator é não adaptar a dieta ao perfil metabólico individual, ou seja, seguir um modelo de dieta igual ao de outras pessoas pode comprometer os resultados, pois a dieta ideal varia de pessoa para pessoa. Dormir poucas horas também pode causar impacto no processo de emagrecimento. Dormir bem é fundamental para a manutenção da saúde física, mental e também do peso corporal. Segundo pesquisas, a insônia está intimamente atrelada aos casos de obesidade. Além de noites mal dormidas, viver constantemente sob pressão e estresse pode causar uma compulsão alimentar. Este distúrbio faz com que a ingestão de alimentos seja maior do que o organismo necessita, gerando excesso de peso e obesidade. Uma aliada fundamental Quem não tem o hábito de beber água suficiente também percebe uma certa dificuldade na hora de emagrecer. A água é fundamental para que o corpo funcione perfeitamente, processando as calorias obtidas pela alimentação. Além disso, a água contribui para a sensação de saciedade, ajudando no desejo de comer sem necessidade. Já quem consome bebidas alcoólicas com frequência tem dificuldades no emagrecimento. As bebidas são cheias de calorias, fracas em nutrientes e contribuem para o acúmulo de gordura. Isso nos mostra que a dificuldade de emagrecer pode ter várias causas. Quem pode ajudar neste processo? Para descobrir as razões da falta de êxito no processo de emagrecimento, busque ajuda de um médico nutrólogo. Este profissional vai te auxiliar nos cuidados com a sua saúde de maneira personalizada, solicitando os exames necessários e orientando sobre hábitos saudáveis como alimentação adequada e atividade física regular. O Dr. Edivaldo Junior é um profissional com mais de 20 anos de formação, é membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Para agendar sua consulta, entre em contato pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Comprometimento é fundamental para emagrecer!

4 de abril de 2022
Hoje em dia, na internet, não faltam sugestões e anúncios de produtos que prometem o emagrecimento fácil. No entanto, sabemos que eles não funcionam de fato e podem levar ao efeito sanfona ou até mesmo ao surgimento de transtornos alimentares. Mudanças necessárias Quando realmente decidimos perder peso de forma adequada, precisamos mudar comportamentos e isso implica em comprometimento com o desejo de mudança e consigo mesmo. Afinal de contas, o processo de emagrecimento é bastante complexo e exige tanto uma reeducação alimentar quanto uma reeducação emocional. A equipe de apoio Para traçar um objetivo acessível e sustentável, é importante contar com o trabalho de profissionais qualificados, como médicos na área da Endocrinologia e da Nutrologia, educadores físicos e psicólogos. E para seguir as orientações de mudança na alimentação e nos padrões emocionais, é necessário ter organização e disciplina. Fatores decisivos Alguns fatores influenciam o desejo de perder peso e eles podem ser até inconscientes. O receio da cobrança familiar, do medo de não atingir a meta de um novo peso, de mudança de identidade através da nova imagem corporal e até de mudanças de vida são aspectos emocionais que também precisam de cuidados. Comprometimento, disciplina e organização O comprometimento com a própria autoestima deve ser requisito fundamental para todo o processo. A disciplina ajuda a recriar uma nova relação entre a comida e as emoções e a organização é importante para dar suporte à novos hábitos. Desenvolver estas práticas é bem mais difícil quando feito sozinho e sem nenhuma assistência. Por isso, a orientação para uma dieta personalizada juntamente com o suporte e acompanhamento profissional são fatores essenciais para o sucesso do emagrecimento. Para emagrecer com acompanhamento profissional de qualidade, agende sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.
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Faço atividade física e não emagreço. Quais são as causas?

22 de março de 2022
O risco das dietas restritivas Muitas pessoas acham que para emagrecer basta comer pouco e contar as calorias dos alimentos para evitar o excesso. No entanto, emagrecer é um processo. E, como todo processo, ele é longo, trabalhoso e complexo. É importante lembrar que alimentar-se corretamente não significa restringir alimentos. Até porque privar-se de um grupo de alimentos pode causar o efeito contrário. Isso significa que, além de não emagrecer, você pode desequilibrar todo o seu organismo e entrar em um déficit nutricional. Como fazer para emagrecer? Quando o processo de emagrecimento é completo, o foco não está em comer menos, mas sim em comer o suficiente para o corpo obter energia para funcionar adequadamente, combinado com o gasto calórico que ocorre com a frequência de atividade física. Além disso, outros fatores para o “não emagrecimento” devem ser levados em consideração. Quais os índices para avaliar os resultados? Quem se apega apenas ao peso na balança está se esquecendo da composição do peso corporal. Uma pessoa pode iniciar uma dieta e ter 25% de gordura e 45% de tecidos musculares. Com exercícios e alimentação correta, estes percentuais podem mudar para 10% de gordura e 60 % de tecidos musculares. Nas duas situações, o peso é o mesmo, mas a condição de saúde é diferente, sendo melhor, na última delas. O efeito sanfona é outro fator que impacta fortemente no resultado do emagrecimento. Se a pessoa perde e ganha peso com frequência, ela terá um organismo com mais dificuldades para obter novos resultados. Sem dúvida o treino físico contribui para o emagrecimento, porém será melhor aproveitado se for feito em equilíbrio com o planejamento alimentar. O Plano de Emagrecimento A recomendação é adequar o tipo de alimento para que o paciente queime a energia da reserva de gordura e não de massa muscular. A dieta tem que ser planejada para oferecer nutrientes importantes para o exercício físico, sem esquecer o antes e o depois da atividade (pré-treino e pós-treino). O sucesso no processo de emagrecimento depende de um ajuste no estilo de vida da pessoa. É importante que haja a conscientização e o engajamento em adotar hábitos mais adequados, incluindo a escolha constante de alimentos saudáveis e a prática de atividade física regular. Para emagrecer com foco na sua saúde e no seu bem-estar, agende sua consulta com o Dr. Edivaldo Junior.   Profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

As dietas restritivas e seus perigos

23 de fevereiro de 2022
Um dos vários saldos negativos deste período de pandemia foi o aumento do peso corporal em grande parte da população, consequência do sedentarismo e das limitações por conta do isolamento social. Mesmo com os pontos positivos como a vacinação, a retomada de atividades e dos contatos familiares, os quilos extras ainda permanecem como uma lembrança de tempos difíceis. O emagrecimento depende de um conjunto de mudanças que vão desde a revisão dos hábitos alimentares, a inclusão da prática de atividade física regular, a manutenção da qualidade do sono e o gerenciamento do estresse. O processo de perda da gordura corporal costuma ser longo e a manutenção do novo peso também leva tempo e demanda persistência. Como não é um processo fácil, muitas pessoas adotam dietas que prometem a perda peso de maneira rápida e aparentemente “milagrosa”. Normalmente, elas restringem grupos de alimentos e de calorias. Essas dietas podem funcionar a curto prazo, porém perder peso é diferente de emagrecer. Dietas restritivas não são sustentáveis por muito tempo, além de promoverem processos metabólicos pouco saudáveis. Seguir dietas restritivas pode causar sérios perigos para a saúde. Confira, a seguir, quais são os principais riscos: Deficiências nutricionais As dietas radicais costumam excluir ou limitar alguns grupos de alimentos, sendo o grupo dos carboidratos o mais comum. Ao deixar de consumir carboidratos de todos os tipos, ocorre uma perda de nutrientes como minerais e vitaminas, principalmente as do complexo B.  Já a privação do leite e derivados pode causar falta de cálcio, essencial para a manutenção dos ossos. No caso da exclusão de frutas, legumes e verduras, o déficit nutricional fica ainda maior. Perda de massa muscular Em uma dieta rápida de perda de peso é bastante comum eliminar água e músculos. Isto é o que faz a dieta ter um bom resultado na balança, mas um péssimo saldo para o organismo. A massa muscular é importantíssima para a realização das atividades diárias e consome mais energia do que o tecido gorduroso. Efeito sanfona Quando o organismo deixa de receber os nutrientes necessários para exercer suas funções, ele passa a funcionar de forma mais lenta que o habitual. Já quando ele volta a receber todos os tipos de alimento, o que acontece quando acaba o regime, o corpo entra em alerta e se prepara para enfrentar uma nova fase de restrição. É por isso que há um acúmulo de calorias e energia não utilizadas, transformando este excesso em gordura. As dietas restritivas contribuem bastante para o efeito sanfona e o ganho de peso igual ou maior do que antes.  Transtornos alimentares Pesquisadores observaram que a preocupação excessiva em contar as calorias dos alimentos pode direcionar e, futuramente, desenvolver transtornos alimentares. As dietas restritivas são gatilhos para a evolução de distúrbios sérios como a anorexia, a bulimia e a compulsão alimentar. Para emagrecer com saúde física e mental, o ideal é seguir um padrão alimentar balanceado e individualizado. Além disso, recomendamos adotar a prática de atividades físicas, o gerenciamento do estresse, a regulação do sono

Como diminuir o açúcar para ter uma dieta saudável?

16 de fevereiro de 2022
Alerta para o consumo de açúcar De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, mais de 60% da população brasileira adulta está com excesso de peso. Já a Sociedade Brasileira de Diabetes diz que 16,5 milhões de pessoas são diabéticas e grande parte não tem ciência de que possui a doença. A OMS orienta que o máximo de consumo diário de açúcar seja de até 25 grs, o que seria aproximadamente 2 colheres de sopa. Porém, o brasileiro consome todos os dias o correspondente a quase 4 colheres. Isso acontece porque muitos produtos industrializados contêm altas doses de açúcar, muitas vezes com nomes como maltodextrina, maltose, dextrose, xaropes, glucoses, lactose, melados e néctares ou açúcar invertido. Mas como reduzir a ingestão de açúcar no seu dia a dia? 1-Evite refrigerantes, sucos artificiais e outras bebidas industrializadas Praticamente toda bebida industrializada como sucos, águas saborizadas, chás e refrigerantes contêm grande quantidade de açúcar na sua composição. Eles devem ser evitados ao máximo, principalmente pelos que devem controlar a obesidade e a diabetes.  2- Exclua alimentos ultraprocessados da sua alimentação Alimentos industrializados como biscoitos, farinha láctea, achocolatados, barras de cereal, pães, molhos de tomate, molhos para salada, temperos prontos em cubo, comidas congeladas e outra variedade de alimentos também recebem grandes quantidades de açúcar na composição. Por isso, reduza ou elimine estes alimentos da sua ingestão diária. 3- Diminua a quantidade de açúcar adicionado aos alimentos e preparações Para ter uma alimentação mais saudável reduza a quantidade de açúcar no café, chá e sucos e nas receitas preparadas em casa. Se possível, elimine este ingrediente do seu dia a dia. Frutas são fontes de açúcar mais saudável e podem ser utilizadas como alternativa em algumas receitas. 4- Troque o tipo de açúcar por uma versão mais saudável Se não for possível eliminar o consumo de açúcar, opte pelo açúcar mascavo. Por não sofrer o processo de refinamento, esse produto conserva mais nutrientes.  Note que este tipo não é menos calórico que o açúcar refinado, porém contém mais nutrientes. Já quem é obeso ou diabético deve eliminar o consumo de qualquer tipo. Para evitar o consumo, uma das regras básicas é não comprar e estocar qualquer tipo de alimento com este ingrediente. Outra sugestão é começar a troca de doces por frutas secas como tâmaras, damascos, bananas ou uvas. Elas são mais saudáveis e ajudam a saciar a vontade do sabor doce. O café é uma bebida com um sabor muito mais interessante puro do que adocicado. Comece a diminuir o açúcar na xícara e certamente você irá se habituar sem ele. Mudanças graduais ajudam a trocar a maneira de se alimentar e garantem mais qualidade de vida. Se você achar que precisa de uma ajuda profissional e suporte para esta mudança de hábito agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior. Profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes. Entre em contato pelo WhatsApp (11) 97263-2233 ou clique aqui!

Pouco peso significa saúde?

31 de janeiro de 2022
Ser magro x ter saúde Sempre que vemos uma pessoa magra, associamos mentalmente com alguém que possua hábitos saudáveis como alimentação balanceada, atividade física regular e baixo risco de doenças. Porém, pessoas com baixo IMC (índice de massa corporal) que não se alimentam corretamente, não praticam atividades físicas e costumam ter maus hábitos como fumar ou ingerir muita bebida alcoólica estão expostos a sérios problemas de saúde. Grande parte dos fatores que levam uma pessoa a ter ou não uma boa saúde está ligada aos hábitos adotados ao longo da vida. Portanto, um indivíduo magro pode ter doenças parecidas com as das pessoas de IMC alto. Como deve ser a análise? De qualquer forma, o IMC de um indivíduo deve ser analisado em conjunto com outros fatores. Se alguém apresenta uma taxa considerada normal para a combinação entre o seu peso e a sua altura mas tem gordura acumulada no abdômen, por exemplo, pode tornar-se candidato à síndrome metabólica. A gordura corporal gera um quadro inflamatório que possibilita o surgimento de várias doenças como pressão alta, diabetes, infarto, derrames e até mesmo câncer. O que dizem as pesquisas? Um estudo publicado pela Federação Mundial de Cardiologia indicou que quem não pratica exercícios regularmente, incluindo os magros, tem o dobro de risco de sofrer de problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão. Concluindo, os riscos de saúde se apresentam de forma bastante considerável para quem se identifica como pessoa magra. Mais do que buscar o padrão estético desejado socialmente, é importante sempre avaliar se o organismo tem acúmulo de gordura e se a saúde está em dia. Para fazer uma avalição geral, conhecer melhor o corpo e buscar orientações para mudança de hábitos, agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Você sente fome ou desejo por comida?

20 de janeiro de 2022
Para muitas pessoas o início do ano é um ótimo momento para fazer um planejamento e, com ele, a definição de metas. O emagrecimento certamente faz parte de muitas resoluções pessoais de Ano Novo, gerando uma grande demanda nos consultórios médicos. Vamos falar sobre obesidade Sabemos que a obesidade é uma condição complexa, vinculada a fatores genéticos, hormonais, fisiológicos, sociais, biológicos, psicológicos e comportamentais. Portanto, para montar um plano de emagrecimento, é preciso levar em conta outras análises além da avaliação dos hábitos alimentares do paciente ou do incentivo à prática de atividade física. Um dos principais pilares dessa avaliação é observar o quanto a comida se relaciona com questões emocionais, ou seja, é muito importante que o paciente entenda a sua fome biológica e a diferencie do impulso de comer. Mas você sabe a diferença de sentir fome e sentir desejo por comida? Se a comida representa um alívio para emoções como tristeza, ansiedade, estresse, cansaço ou tédio, é muito provável que um dos motivos para o ganho de peso esteja ligado a fatores emocionais (fome emocional). Este tipo de situação é bastante comum porque relacionamos alimentos com o nosso bem estar, conforto e proteção. É uma condição bastante ligada à infância, onde se dá o início da nossa relação com a comida. Porém, a sensação de prazer é momentânea e rápida, justamente porque os alimentos consumidos nestes momentos são ricos em carboidratos, açúcar e gordura. Eles atingem o pico de insulina muito rapidamente, gerando mais desejo por comida. Consequências da fome emocional As situações de fome emocional podem agravar ainda mais as sensações de tristeza, angústia, culpa e frustração. Uma das ferramentas de ajuda é entender os gatilhos que geram esse comportamento. Através de um diário, conseguimos mapear a situação vivida, o sentimento que veio à tona e o tipo de alimento consumido. Por exemplo, uma briga familiar pode gerar raiva e a ingestão de doces para aliviar a tensão. A partir daí, é possível tentar mudar a atitude em relação ao problema e buscar uma solução mais adequada, como sair para fazer uma caminhada e acalmar os pensamentos. Por onde começar a mudança de hábitos? Se sua meta em 2022 é melhorar sua qualidade de vida e saúde em geral, procure um profissional especialista. O médico nutrólogo poderá ajudar você na mudança desse cenário. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior, profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Aproveite o verão para emagrecer

30 de dezembro de 2021
Dieta comprometida Estamos terminando um ano cheio de desafios. Foram meses de incertezas, receios, pouca estabilidade emocional. Todos estes fatores influenciaram muito na “compensação” pela comida, fazendo com que a a dieta fique comprometida pela ingestão de doces, fast food, alimentos ultraprocessados e industrializados servissem como uma espécie de muleta para que encarássemos os momentos difíceis. Festas de Fim de Ano Somado a isso, vem as comemorações de final de ano sempre repletas de comidas bastante calóricas e bebidas em excesso, o que favorece a ingestão de alimentos com alto teor de gordura, açucares e carboidratos. Você sabia que os pratos preparados para o Natal e Réveillon podem contribuir para o consumo de 2.500 a 3.000 calorias numa única refeição? Para que você tenha uma base comparativa em relação à dieta, a recomendação diária para o café da manhã, almoço, lanche da tarde e o jantar é, em média, de 2.000 kcal para uma pessoa adulta. Outros estudos apontam que o ganho de peso neste período pode ser de 2 a 4 quilos, já que a tendência é uma alta ingestão de calorias, seguido de dias de descanso e pouca atividade física. Além disso, devido ao alto consumo de açúcar, o alerta de fome e falta de saciedade acontece mais rapidamente do que em um período regular com dieta saudável. Com a ingestão exagerada de açúcar, o pico do nível de glicose no sangue cai mais rapidamente, levando a pessoa a sentir necessidade de comer outra vez. O número de pessoas que sofrem ataques cardíacos nesta época do ano é tão significativo que existe o chamado “Infarto de Natal”. Ele pode ocorrer devido a vários fatores, como aumento do consumo de gorduras, álcool em excesso, sono prejudicado e estresse emocional. O que fazer para recuperar o prejuízo? Se você teve ganho de peso neste período, a ótima notícia é que o verão ajuda, e muito, a incentivar o emagrecimento. Naturalmente, sentimos mais desejo por alimentos frescos e pouco calóricos, aumentamos o consumo de saladas, frutas, sucos e água, o que ajuda muito a garantir uma dieta saudável. Os dias mais longos incentivam atividades ao ar livre e na água, ajudando a queimar as calorias extras e o acúmulo de gordura. Aproveite a chegada do verão para começar seu plano de emagrecimento. Certamente você terá muitos fatores a seu favor. Para garantir um acompanhamento médico de qualidade agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

Qual é a melhor dieta para todos?

20 de dezembro de 2021
Será que existe uma dieta que funciona para todo mundo? Pesquisas na área da saúde são lançadas constantemente. Em 2013 o American College of Cardiology/American Heart Association publicou a informação de que para promover a perda de peso qualquer estratégia que induzisse um déficit de energia seria eficaz. Seis anos depois esta idéia foi fortemente discutida e atualizada com novas informações. O que se observou é que não foi encontrada nenhuma prova de que um único padrão de dieta seja superior a outros. Atualmente defende-se que não há uma dieta padrão que seja adequada para todos os indivíduos. O que a ciência recomenda para emagrecer? Se por um lado os estudos não comprovam que uma dieta é superior à outra, por outro lado os pesquisadores são unânimes em afirmar que uma alimentação saudável causa mudanças metabólicas favoráveis e benefícios preventivos. As evidências científicas sobre dieta saudável apontam diretrizes claras: Ela deve ser variada, com consumo frequente de frutas, vegetais, alimentos integrais e proteínas de alta qualidade.  A dieta saudável deve banir alimentos altamente processados, cereais refinados e a ingestão constante de açúcar. Para promover a perda de peso e reduzir doenças, é imprescindível que o profissional da nutrição apresente um plano alimentar equilibrado, adaptado às necessidades individuais, preferências pessoais, níveis sociais e condições médicas. Estes profissionais também devem analisar como podem motivar o paciente para que ele siga a dieta, sendo importante que estabeleçam uma abordagem comportamental. Qual o risco das dietas restritivas? As dietas com restrições extremas são feitas por um período curto e até promovem a perda de peso, mas levam o paciente a recuperar e ultrapassar o peso anterior em um período de 3 a 6 meses. Como deve ser a dieta ideal? Dietas bem-sucedidas são processos lentos e contínuos. A melhor dieta é aquela que o indivíduo pode realizar de forma contínua, sem recuperar o peso inicial ao longo do processo. Quer emagrecer com saúde? Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior, profissional com mais de 20 anos de formação, membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras. Marque seu atendimento pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

O nível de estresse pode influenciar no resultado da dieta?

29 de novembro de 2021
Estresse x Dieta Ao iniciar uma dieta é comum que o paciente foque apenas no plano alimentar, não considerando vários fatores que podem influenciar no sucesso do emagrecimento. Um estudo publicado nos EUA em 2017 analisou mais de 2.500 pessoas durante 4 anos, observando os níveis de excesso de gordura no organismo e a concentração de cortisol medido no fio de cabelo, um biomarcador de estresse crônico. Nesta análise foram observadas as associações entre cortisol, IMC, circunferência da cintura e peso corporal, chegando a um resultado de que altos níveis de cortisol estavam correlacionados com a persistência da obesidade. Viu-se que quanto maior o estresse fisiológico ou psicológico, maior é o nível de cortisol, contribuindo para o desenvolvimento da obesidade e da síndrome metabólica. Na presença de insulina, o cortisol promove o acúmulo de triglicerídeos nos depósitos de gordura visceral. Além de influenciar no acúmulo de gordura, esse hormônio está associado a alterações na quantidade e no tipo de alimento consumido. Conclusão Portanto, é imprescindível fazer uma dieta acompanhando o estilo de vida do paciente, avaliando marcadores como o sono, o esgotamento físico, emocional e a frequência de atividade física. Adotar uma dieta equilibrada com o suporte de um nutricionista e praticar atividade física são essenciais no processo de emagrecimento. O papel do médico O médico nutrólogo investigará o metabolismo do paciente. Alterações nas taxas hormonais, vitaminas e nutrientes muitas vezes dificultam a perda de peso, e nestes casos, o especialista poderá entrar com intervenção medicamentosa ou suplementação. Invista integralmente em sua saúde, cuidando dos fatores que podem influenciar seu organismo como um todo. Para saber mais sobre o tema, siga-nos nas redes sociais da clínica EJR. E para agendar uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior, entre em contato via WhatsApp (11) 97263-2233.

Por que procrastinamos o início da dieta?

12 de novembro de 2021
Como dar o ponta pé inicial na dieta? Quando se fala em emagrecimento, uma das situações que mais acontece para a maioria das pessoas é deixar o início da dieta mais para a frente. Quem sabe na próxima segunda-feira? Mesmo entendendo que a transformação é necessária, é bastante frequente encontrarmos pessoas que adiam a sua meta por vários dias. Por que isso acontece? Procrastinar uma mudança de hábitos como a dieta, por exemplo, significa que estamos apegados à sensação de conforto e segurança que a repetição de um mesmo padrão nos dá. O cérebro entende que há um mecanismo de recompensa quando fazemos tudo da mesma forma. Como podemos quebrar esse ciclo? Uma pequena atitude de grande impacto é assumir um compromisso com outra pessoa, como contratar um personal trainer, entrar para um grupo de vôlei ou combinar uma atividade física com amigos. O simples fato de ter um compromisso com alguém pode ajudar a romper o ciclo de procrastinação e desmotivação. Outra atitude é pensar na dieta não como algo difícil, de longa duração ou desafiador, mas sim como algo possível de ser realizado por meio do cumprimento de pequenas tarefas. Ex.: sua meta do dia pode ser ligar para marcar uma consulta com a nutricionista. Use recompensas Mudanças de hábitos são sempre desafiadoras e pedem recompensas para que sejam encorajadas. Nossas ações diárias são estimuladas por alguns ganhos.  Se recebermos um ganho maior do que a recompensa do padrão atual, a mudança de comportamento terá mais chance de sucesso. “Se você se concentrar em passos pequenos e gerenciáveis, poderá cruzar distâncias inimagináveis.” — Shaun Hick Nossos especialistas têm o conhecimento e a experiência necessária para definir metas de emagrecimentos possíveis, saudáveis e motivadoras. Agende uma consulta com o Dr. Edivaldo Junior pelo WhatsApp (11) 97263-2233.

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    Edivaldo Rodrigues dos Santos Junior - Doctoralia.com.br